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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Professores de Estórias


Nossos pimpolhos e seus mestres.
[http://midia-livre.blogspot.com/2007_04_01_archive.html]


A mente revolucionária é realmente algo extraordinário!

Ouve-se e lê-se há anos - em salas de aula, jornais e livros especializados - que as mais de cem milhões de mortes causadas pelo Socialismo são resultado de ações de indivíduos (Lenin, Stalin, Mao Tsé-Tung, Pol Pot et caterva) perturbados, que não souberam administrar sadiamente o excesso de poder - e não culpa do Socialismo em si. Ignora-se, é claro, que esses indivíduos perturbados, "que não representam o Socialismo", dispunham de numerosos imediatos (todos d'O Partido) e de grandiosos exércitos (formados por soldados recrutados pela coação democrática e popular Socialista).

Entretanto, quando um norueguês sozinho (Anders Behring Breivik) comete um ato terrorista, a grande imprensa (chamada por aí de "conservadora" - só se for conservadora da mendacidade) trabalha incansavelmente para vender a idéia de que ele agiu em nome da "direita raivosa" - e consegue executar tal venda, pois há consumidores bestializados ávidos por tais desinformações (que já devem estar sendo consagradas em salas de aula).

Somente isso já tiraria o fato do rol da Hstória e o passaria ao das estórias. Todavia, o caso adentra à surrealidade quando a imprensa norueguesa noticia (e a mídia internacional, convenientemente, silencia) que o terrorista é filiado ao Partido Nazista - Nacional-SOCIALISTA.

Automaticamente, aquele camarada que usa para ler o que deveria ser usado para limpar suas nádegas (jornais e livros didáticos de História brasileiros), dirá: "Mas os partidos Nazistas são de direita!!!". Bom, isso é o que a sua simpática professorinha ou o seu descolado professorzinho de História filiados ao PT lhe [DES]informaram.

A diferença básica (e talvez única) entre partidos Socialistas e partidos Nazistas (desde o Nazi original) é que estes são Nacionalistas, enquanto aqueles são, por definição, Internacionalistas. Se você não acredita em mim, pergunte ao próprio Führer:



Agora que você, Camarada, tem um novo ídolo para citar em suas reuniões do Grêmio Estudantil, do DA ou do DCE e já sabe que o norueguês terrorista é tão de direita quanto Emir Sader e Leonardo Boff, agradeça à sua simpática professorinha ou ao seu descolado professorzinho de Estória, filiados ao PT, por haverem contado semelhantes fábulas. Sua imaginação tornou-se fértil com o adubo orgânico que saiu das bocas de seus mestres.


<< Que significa ainda  a propriedade e que significam as rendas? Para que precisamos nós socializar os bancos e as fábricas? Nós socializamos os homens. >> Adolf Hitler, citado por Hermann Rauschning, Hitler m'a dit, Coopération, Paris, 1939, pp. 218-219.

[É óbvio que estou generalizando. Há, sim, excelentes e honestos professores no Brasil; mas a generalização abarca a imensa maioria e desculpa-se com a nobre minoria.]

P.S.: é certo que o uso do termo "estória" é antes de mais nada uma extravagância, mas o justifico de maneira pragmática.

 Hitler; Nazismo; Socialismo; Anders Behring Breivik; terrorismo; ensino; professores.